Entrar no mercado artístico-cultural exige mais do que desejo e esforço: exige decifrar códigos, acessar redes invisíveis, dominar burocracias que não foram feitas pra pessoas que vem da margem. Assim, a arte-educadora e atual supervisora de nosso Núcleo Educativo Mariane Romão (@marieromao), articulando formação técnica, pensamento crítico e dialogando sobre políticas públicas, currículos, portfólios, plataformas profissionais e estratégias, propõe investigar coletivamente sobre o que significa, nas palavras de Nego Bispo, (re)existir, em um campo historicamente excludente, pensando neste mercado profissional não como destino final, mas como espaço a ser disputado — a partir dos nossos modos de produzir, trabalhar e permanecer.