Descrição curta

Lizandra Paz é Engenheira de produção, formada em ballet e jazz. Atua como Bailarina, professora e coreógrafa nas áreas de Ballet clássico, Jazz e contemporâneo. Teve mestres incríveis e tem mais de 20 anos de experiência na área da dança, já fez parte de grandes Cias de dança de Fortaleza, entre elas a Cia de dança Janne Ruth, Michelle Fontenele e Vera Passos. Tem premiações dentro e fora do país, tais quais como, melhor bailarina, bailarina destaque, coreógrafa destaque e melhor coreógrafa.
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Site

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Inscrições abertas de 17/10/2025 a 17/10/2025 às 00:00

Descrição

✊🏾Corpo, memória e territorialidade se encontram no Ciclo Formativo em Dança, um projeto gratuito pensado a partir da história, da luta e da arte dos moradores do Grande Pirambu.
🎭 Oficinas de dança que celebram a resistência, a memória coletiva e o pertencimento ao bairro.
INSCRIÇÕES ABERTAS presencialmente de segunda a sexta, das 19h às 20:30h, na sede do Balé do Jovem
📍End: Rua Pedro Artur, 521.
💻 Ou, via formulário na nossa bio do instagram @cmtpirambu
Este projeto é apoiado pelo Ministério da Cultura e pela Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, com recursos provenientes da Lei Federal Nº 14.399 de julho de 2022.

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Publicado por

Raizer Xavier Nunes

Raizer Xavier Nunes é mulher preta, parda e periférica, mãe atípica e cria do Pirambu. Pesquisadora das interseções entre corpo, memória e territorialidade, desenvolve práticas em dança-terapia com ênfase no Transtorno do Espectro Autista (TEA). Formada pelo curso técnico em dança do Porto Iracema das Artes e pela Escola de Ballet Clássico Lucymeire Aires, une tradição e inovação em sua atuação artística.

No território do Grande Pirambu, dirige o Ballet Jovem do Pirambu, coletivo que promove capacitação artística e social para jovens da comunidade e adjacências. Como coreógrafa, já recebeu premiações, participou de mostras de dança e assinou espetáculos autorais como Insólito, Pra Onde o Vento Sopra e Clara no Reino das Doces Memórias.

Toda sua criação é inspirada na vivência, memória e história do Pirambu, unindo território, corpo e dança, e sempre trazendo à cena as experiências da periferia, da mulher preta, da pessoa atípica, da comunidade LGBTQIA+ e outras singularidades. Sua trajetória afirma a dança como ferramenta de transformação, acolhimento e emancipação, articulando pesquisa, criação e impacto social, construindo cenas onde memória, resistência e poesia corporal se encontram.

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